O terceiro movimento, Eu com o Mundo, abriu um espaço para o próprio grupo experimentar a criação coletiva. Um laboratório criativo foi dedicado a investigar o que acontece quando deixamos de pensar o trabalho como a soma das contribuições individuais e permitimos que algo novo, inesperado e próprio do coletivo possa emergir. Foi também um momento para confrontar os desafios dessa prática e perguntar: o que é, de fato, um trabalho coletivo?