No segundo movimento, Eu com o Outro, a investigação passou a se concentrar nas relações. Foi nesse momento que exploramos diferentes formas de praticar o sonhar coletivo. O Sonhário Paisagem, desenvolvido por Ddaniela Aguilar, utilizou sonhos, símbolos e a paisagem como matéria para criar relações inesperadas. Mais tarde, o Colaboratório de Escuta, proposto por Faetusa Tirzah, abriu um espaço para perguntar, conversar e colocar palavras, imagens e referências em relação. Em ambos os casos, o processo não partia de um resultado previamente definido, mas da possibilidade de perceber o que poderia surgir do encontro.